26/11/2009

Para eleições 2010 !!







Do Canal Brasil

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14/11/2009

O apagão do Serra no rodoanel: acusa Lula de incompetente, pelo apagão, mas suas obras de "areia" são absolutas



Por Helena - Os amigos do Lula - 14.11.09

Rouboanel do Serra: obra do Rodoanel desaba em São Paulo.

Três vigas caíram sobre um caminhão e dois carros que trafegavam no local, e há pelo menos três feridos. Segundo a Autopista Régis Bittencourt, as vigas de sustentação do trecho Sul do Rodoanel caíram sobre a pista, que tinha fluxo intenso no momento da queda, por volta das 21 horas desta sexta-feira, 13. As três vigas que desabaram fazem parte de um lote de dez. Essas vigas foram içadas recentemente, entre os dias 7 e 10 de novembro.

Rodoanel superfaturada

TCU vê superfaturamento em obras do Rodoanel.Chamou a atenção, no relatório do TCU que resultou na paralisação de 13 obras do PAC, a ausência do Rodoanel de São Paulo, vitrine do presidenciável José Serra.



Na imagem do jornal Agora(clique na imagem), denúncias de superfaturamento na construção do trecho sul do Rodoanel apontam prejuízo de R$ 184,4 milhões aos cofres públicos. A obra teve a compra de itens com valor, em média, 30% acima dos preços usados como referência no orçamento.

A auditoria, realizada entre maio e julho de 2008, também aponta alterações no projeto básico. As empresas contratadas alteraram métodos construtivos com redução no número de vigas usadas em pontes, substituição de estacas metálicas por pré-moldadas e troca de areia por brita em muros de contenção, por exemplo.Assim, usaram menos material na construção, mas receberam o mesmo dinheiro, segundo o documento.Leia mais

Buraco do metrô e a ponte caiu em São Paulo...Mais uma prova da “eficiência de gestão” tucano

Em 2008, parte de obra do Expresso Tiradentes cedeu na Zona Sul de SP



Parte das obras de ampliação do Expresso Tiradentes, o antigo “Fura-Fila”, cedeu sobre o viaduto Grande São Paulo, na Zona Sul da capital. O acidente, que envolveu o piso e uma estrutura chamada de talude, ocorreu por volta de 23h30 desta segunda-feira (31). Não há feridos, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a Defesa Civil, as primeiras equipes que chegaram ao local.Veja aqui no arquivo do blog

Buraco do Metrô



O desabamento que matou sete pessoas, em janeiro de 2007, e abriu uma gigantesca cratera nas obras do metrô de São Paulo ainda está vivo na memória das famílias atingidas pela tragédia.Veja


O Tribunal de Contas da União investiga as obras do trecho sul do Rodoanel.
Dentre as investigações sobre os aditamento dos contratos do trecho sul, o lote 5, assumido pelo consórcio OAS/Mendes Júnior, é o que soma a maior quantia sob suspeita: R$ 42,2 milhões.

O apagão global


Só para sossegar os amigos que temem por novos apagões ou o final do mundo antes de 21/12/2012.

Por Professor Sérgio

Seria cômico!

Após as 22:15 desta terça, sem luz, liguei o radinho do celular e fiquei ouvindo a CBN, para saber o que se passava. Antes das 23h já sabia que o apagão pegava Rio, Sampa e litoral paulista. Muitas informações óbvias vinham dos repórteres em repetidos “aqui as ruas estão completamente escuras”.

Jura?

Lá pelas tantas sabia-se que todas as turbinas de Itaipu pararam totalmente pelo sistema de emergência, o que indicava que algumas torres, sem poder transmitir, acionaram o sistema de segurança. Um professor engenheiro da Universidade de Brasília explicava que isso acontece para não haver sobrecarga no restante da transmissão, causando estragos maiores. Daí em diante cabe aos operadores fazer testes e ligar aos poucos as turbinas para descobrir a falha e superá-las. Os motivos podiam ser inúmeros.

Aí começou o circo. Encheram o especialista de pergunta para achar uma falha (política) que alimentasse o arsenal tucano: faltou energia, faltou investimento, falta usina, falta rede de transmissão???????????. Negativa após negativa, o especialista explicava a diferença do que aconteceu em 2001. Naquela época o Brasil produzia menos do que precisava. De lá para cá temos mais hidrelétricas e mais água, o suficiente (e de sobra), para nossas necessidades (e com sobra) e podendo acionar termoelétricas (poluentes) se a coisa um dia apertar. Quanto à transmissão, a rede foi toda interligada desde então de forma que se houver sobra no Sul, pode distribuir para o Norte e vice-versa. Geração, confere, transmissão, confere. Mesmo dito tudo isso, a “genial” musa do jornalismo global, a menina do Jô, Lúcia Hipólita, por telefone, filosofando o quanto somos dependentes da energia elétrica, disse que só aqui não se preparava para o verão onde se gasta mais energia. Culpava Lula por reduzir o IPI da linha branca. Ou seja, na opinião da leiga, a despeito do que dissera o especialista, o apagão se dera porque os pobres trocaram as geladeiras velhas por outras mais econômicas. Tenho uma geladeira aqui (bege) com mais de 20 anos e não sabia que estava sendo ecologicamente correto ao mantê-la. Uma Secretária (de saneamento ou sei lá do que) dizia de forma confusa que dava (ou não) para evitar o apagão em São Paulo e dizia para não se preocupar que aqui não ia faltar água, pois a SABESP tinha geradores para distribuir a água. Ok, entendemos essa parte.

A madrugada foi e eu dormi. Pela manhã, o desespero no “Bom Dia, Brasil” era maior. Disparam em outro Engenheiro e Professor. As mesmas perguntas e respostas. Só faltou perguntar: mas não dá pra culpar o Lula ou a Dilma, mesmo? Foi ridículo. O melhor que a Globo pôde conseguir foi a resposta: “Evitar? Há muitos especialistas no mundo estudando uma forma de resolver esse problema e prevenir essa situação” A solução seria informatizar e automatizar toda a rede elétrica, porém, uma tecnologia que pode ser feita, mas não está pronta. Já que os especialistas não respondem o que eles querem, chamem aquela tal Secretária, é, aquela, a do Serra. Mais bem preparada, disse leigamente, “poderia ser evitada, sim - o governador Serra (é claro) já fez um pedido ao Ministro para ... blá, blá, blá ... blá, blá, blá ... foi atendido, mas ainda não está pronto ... blá, blá, blá ... blá, blá, blá ... o Rio tem mais que São Paulo, que absurdo ... blá, blá, blá ... blá, blá, blá ... Os globais sossegaram. Não precisaram fazer perguntas porque ouviram o que queriam.

Após um dia de trabalho, CBN, hora do rush. Outro especialista reforçava as declarações do ministro, a estrutura é robusta, e os investimentos foram feitos. Ainda, exemplificou para o não conformado jornalista entender: um engenheiro faz um prédio para uma região onde se espera ventos de até 100 km/h. A probabilidade de um vento maior que isso em 100 ou 1000 anos é mínima, mas existe. Um dia, um vento de 200 por hora derruba o prédio. Pode-se culpar o Engenheiro? Claro que não. Encerrou o Engenheiro para a infelicidade global.

Depois do jogo, deixa dá uma olhadinha no Jornal da Globo, só por curiosidade. O quê? Em São Paulo faltou água de manhã? O cara da SABESP dizia que precisava de energia para distribuir água? Peraí ... Mas aquela mulher, é, aquela, a do Serra, ela não disse que ... Well...

Desistindo dos especialistas, o Jornal da Globo partiu para uma outra forma de cobertura. Primeiro fez um “pinga-fogo” com um representante Petista e o chiliquento e auto-intitulado lutador de Jiu-Jitsu, Artur Virgílio. Com aquelas caretas exageradas e branquelas ele gesticulava que a Dilma (Ministra da Casa Civil) deveria explicar o apagão, para ele e seus amiguinhos. Ignorou e andou para o argumento do adversário que inutilmente insistia que quem deveria vir explicar era o Ministro Lobão. A exemplo de Obama que não dá entrevista pra FOX, assumidamente Republicana, concordo com Paulo Henrique Amorim, pois, ninguém do governo deveria dar corda para esse povo da Globo. Debate com Artur Virgílio... fala sério, aí!

Seguindo o estilo Ali Kamel (Capo do Jornalismo Global), na sequência, eles fizeram contas dos prejuízos do apagão. Mostraram o padeiro, a vendedora, e as contas, 116 mi.

Depois foi interessante. Acho que eles perdem o controle do que as pessoas falam, às vezes. No link, com a repórter lá dos EUA, Cristiane Pelajo abriu aspas para citar o Ministro Lobão dizendo que lá nos States eles queriam fazer a interligação como é no Brasil, e sarcasticamente perguntou: e os americanos concordam com isso? Pois não é que eles queriam mesmo. Lá, sem o nosso poder de hidrelétricas, a distribuição é independente em grandes blocos. Obama pretende resolver o problema dos apagões lá que hoje é de 3 a cada 10 anos para 1 a cada 10 anos. Para isso, quer investir 6 bilhões de dólares pra criar uma rede computadorizada capaz de identificar e redistribuir a energia, ao identificar o problema automaticamente.

Ou seja, a resposta que a Globo queria: poderia ser evitado. Bastariam 6 Bilhões de Dólares, cerca de 50% a mais do previsto, para a construção da hidrelétrica de Belo Monte, prevista para entrar em operação em 2011, no rio Xingu, no Pará. Isso se tivéssemos aqui a mesma estrutura e suporte tecnológicos norte-americanos. Como não temos, o custo para “criar” essa tecnologia antiapagão, seria muito maior que os US$ 6 Bi. Talvez, quando tivermos o PIB dos EUA, evitaremos 3 apagões por década. Peralá... O último foi em 2001, e esse, sim, foi falta de investimento na era FHC.

Poupe-me, Globo e seus arautos de Serra 2010.

Se os desesperados insistirem em fazer comparações com FHC, concordo com Dilma, estamos pegando gosto por debater as comparações.

Tamanha é a palhaçada, que seria cômico, não fosse o poder massificante que a Globo sempre teve, desde a ditadura (aquela, dos militares). Temo a influência que essa papagaiada possa ter sobre os Homer Simpsons, a audiência do Jornal Nacional, segundo Willian Bonner. Se você se mantém informado somente pelas notícias do JN e não conhece o Homer, assista aos Simpsons, é bem divertido. Mas não se ofenda, foi o Bonner que disse.

Vejo o Brasil em um novo rumo, e o mundo em uma nova ordem. Se eles se consolidarem, essa imprensa sem vergonha não terá o mesmo espaço e poder. O problema é que ela se alimenta de nós. Ou não.

Para mais informações (técnicas), leia abaixo:

Apagões de 1999 e 2001 foram prenúncio de racionamento; para especialistas, não há crise de energia

11/11 - 13:48 - Rodrigo de Almeida, iG Rio

RIO DE JANEIRO - Dez anos separam o apagão da noite de terça-feira do traumático racionamento de energia, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, apesar de racionamento e apagão serem completamente diferentes segundo os especialistas, o fantasma do racionamento voltou a ser lembrado.

O economista Roberto Brandão, pesquisador sênior do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, lembra que, em 1999 e 2001, quando ocorreram grandes apagões, o sistema elétrico era frágil, e o volume de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas mostrava-se bem abaixo dos seus níveis históricos. “Havia uma conjuntura ruim, que combinava vários anos de investimentos insuficientes e poucas chuvas”, diz Brandão.

O cenário é inverso este ano: os reservatórios de água das hidrelétricas estão em níveis muito mais altos do que há dez anos, e os investimentos em transmissão de energia elétrica são considerados satisfatórios. “Por um lado, nunca se investiu tanto", afirma Brandão. "Por outro, a crise econômica provocou redução dos níveis de consumo.” Segundo ele, o Brasil tem hoje energia suficiente para a carga existente. “Ontem [na noite de terça] o problema foi de falha técnica, não de ausência de energia, como no apagão que levou ao racionamento em 2001”, diz.

O apagão atormentou a vida da população de 18 estados, segundo informou nesta quarta-feira o Ministério das Minas e Energia. A causa: a queda de três linhas de transmissão que levam energia de Itaipu para os outros centros. Em 11 de março de 1999, 18 estados ficaram no escuro. O motivo alegado e questionado foi a queda de um raio numa subestação de energia em Bauru (SP). Em 2001, um desligamento em uma linha de transmissão entre as usinas de Ilha Solteira (SP) e a cidade de Araraquara (SP) foi a causa da falta de energia em 11 estados.

Perdas

É o fantasma do racionamento de energia de 2001 que explica a comparação. Os dois apagões enfrentados por FHC revelaram as deficiências da oferta de energia de que o país dispunha. A saída encontrada pelo governo foi o programa de racionamento, que duraria todo o ano de 2001 até março de 2002. Montou-se um gabinete dedicado ao gerenciamento da crise _a Câmara de Gestão de Crise de Energia elétrica, apelidada pela oposição de “ministério do apagão”. A Câmara era chefiada pelo então chefe da Casa Civil, Pedro Parente.

A partir de então, exigiu-se dos brasileiros uma economia de 20% nas contas de luz. Boa parte dos brasileiros _e dos investidores_ guarda na memória a conta do apagão daquele ano. Segundo relatório o Tribunal de Contas da União (TCU), a partir de uma contabilização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o custo total superou a marca dos R$ 45 bilhões, em valores atualizados pelo IGP-M. Desse total, cerca de R$ 27 bilhões foram cobrados nas contas de energia residenciais e comerciais. O Tesouro Nacional cobriu o restante. A taxa de crescimento da economia despencou de 4,3% em 2000 para 1,3% no ano seguinte. A oferta de empregos chegou a cair 41%.

Em fevereiro de 2002, o então presidente Fernando Henrique Cardoso disse, em pronunciamento de rádio e TV, que o povo brasileiro tinha sido o grande responsável pelo sucesso do plano para economizar energia. “Você apagou a luz e iluminou o Brasil”, afirmou FHC, cuja popularidade sofreu abalos. Chegou a cair sete pontos percentuais nos primeiros três meses de racionamento.

Segundo o TCU, a crise energética quase voltou a ocorrer em 2007, apesar das medidas destinadas a aumentar a oferta de energia. Na ocasião, os reservatórios hídricos do país desceram abaixo da margem de segurança definida. As usinas termoelétricas foram acionadas, mas, diante da insuficiência de fornecimento de gás, não foi possível usar toda a capacidade de reserva, aumentando o já elevado risco de déficit elétrico. Porém, as chuvas voltaram a tempo e em intensidade suficiente para recuperar os reservatórios.

Leia mais sobre: apagão

O Verdadeiro apagão: Serra cai e Dilma sobe

28/10/2009

Por que o Prefeito de São Paulo não realiza concurso público para a contratação de médicos, será que ele quer privatizar a saúde em SP?

Depois culpa o médico, enfermeiro, fornecedores de medicamentos.

E assim já aconteceu com as escolas, guarda civil metropolitana etc.


Sempre culpabiliza (ou responsabiliza) os servidores e os departamentos públicos pela sua incompetência administrativa na cidade de São Paulo.


Faltam 103 médicos em hospital de Itaquera


Adriana Ferraz
- Agora - 27.10.09

Faltam 103 médicos no quadro de funcionários do hospital municipal de Itaquera (zona leste de SP), segundo relatório interno da própria prefeitura. O deficit atinge 16 especialidades --com destaque para as áreas de ortopedia e traumatologia, pediatria, psiquiatria e clínica médica --e representa 42% do total de profissionais indicados para o local. A unidade também precisa contratar 41 auxiliares de enfermagem e 25 técnicos administrativos, além de quatro enfermeiros.

Com a falta de médicos, os casos de emergência, de acordo com o estado do paciente, são encaminhados para a AMA (Assistência Médica Ambulatorial) que fica ao lado. "As pessoas já estão até acostumadas. Os funcionários mesmo falam, logo na entrada, para a gente voltar depois de quatro ou cinco horas ou ir direto à AMA. Não dá para entender o motivo, mas lá [na AMA] o atendimento é melhor", diz a desempregada Gleice Aparecida Martim, 30.

Segundo representantes do conselho gestor do hospital, o atendimento está prejudicado há mais de um ano. "O número de médicos vem caindo constantemente e agora atingiu o ponto mais crítico, com 103 médicos a menos. Está sobrecarregado", diz o conselheiro Paulo Roberto Belinelo, 56 anos. Ele diz que o hospital é referência em tratamento psiquiátrico na região. "Só que sempre falta psiquiatra. Os pacientes ficam misturados aos demais, nos corredores.

O maior problema, no entanto, está no tratamento oferecido a vítimas de traumas. Segundo levantamento detalhado produzido pela própria prefeitura, em julho deste ano, o hospital deveria ter 19 médicos ortopedistas, mas conta com somente três. A diferença é de 84%. A situação encontrada por quem procura atendimento infantil também é complicada. A mesma lista mostra que faltam 18 pediatras para medicar as crianças.

A reportagem conseguiu dados informando que o deficit aumentou de 91 em julho para 103 atualmente --os dados sobre a falta de profissionais em cada uma das especialidades não foram atualizados (veja quadro).

Muitos pacientes também não conseguem atendimento por falta de informação. A unidade não atende, por exemplo, casos de neurocirurgia ou cirurgia plástica.

Presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal, a vereadora Juliana Cardoso (PT) afirmou ontem que vai entrar com representação no Ministério Público Estadual para cobrar, na Justiça, uma solução. A denúncia deverá ser feita nos próximos dias.

"A comissão visitou o hospital em junho, mas nenhum dos encaminhamentos que fizemos à prefeitura foi atendido. A falta de médicos é extremamente grave e atinge toda a zona leste", afirma.

24/10/2009

“Lula, o Filho do Brasil” abre Festival de Brasília

O filme "Lula, o Filho do Brasil", de Fábio Barreto, abrirá a 42a edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontece entre os dias 17e 24 de novembro.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (21) pela Comissão Organizadora do Festival, que divulgou os filmes selecionados para o evento.

Seis longas e 12 curtas farão parte da mostra competitiva em 35 mm. Concorrem neste ano "É Proibido Fumar", de Anna Muylaert; "A Falta Que me Faz", de Marília Rocha; "Quebradeiras", de Evaldo Mocarzel, "Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano", de Henrique Dantas; "O Homem Mau Dorme Bem", de Geraldo Moraes; e "Perdão Mister Fiel", de Jorge Oliveira.

Ao todo, 366 filmes foram inscritos, sendo 52 de Brasília. De acordo com o coordenador do Festival, Fernando Adolfo, as produções são de ótima qualidade. Ele também comemora o número de produções. “Brasília mantêm-se, de fato, no circuito do cinema nacional. Embora seja uma cidade muito jovem, só ficamos atrás de Rio e São Paulo”, declarou.

O secretário-adjunto de cultura do Distrito Federal, Beto Sales, destacou a qualidade da produção cinematográfica do Distrito Federal. “Este é um Festival de números grandiosos e Brasília destacou-se no número de produções inscritas. O que é, sem dúvida, um dos reflexos do aumento dos recursos do Fundo de Apoio à Cultura, somado a boa escola de audiovisual de nossa capital”, disse.

A lista com os selecionados pode ser vista no site www.sc.df.gov.br.

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Trailer oficial do filme Lula - o filho do Brasil.




Emoção: veja o trailer oficial de Lula – o filho do Brasil


Portal do Vermelho - 04.10.09

O longa-metragem Lula – O filho do Brasil, que narra a trajetória do atual presidente da república, entra em cartaz em janeiro de 2010.

Assista o trailer oficial do filme, que será revelado nos cinemas a partir de sexta-feira (2).

O vídeo traz imagens inéditas do filme, que mostra as origens de Luiz Inácio Lula da Silva, desde seu nascimento em Garanhuns, no agreste de Pernambuco, até a morte de sua mãe, dona Lindu, interpretada pela atriz Glória Pires. O longa é dirigido por Fábio Barreto (de O quatrilho, representante do Brasil no Oscar em 1995), que também assina o roteiro, inspirado no livro homônimo da historiadora Denise Paraná. Quem interpreta o presidente é o ator Rui Ricardo Dias. O elenco tem ainda Cléo Pires, Juliana Baroni, Lucélia Santos e Milhem Cortaz. Com um orçamento de cerca de R$ 12 milhões, a produção promete ser um dos maiores lançamentos do cinema nacional no próximo ano.



Fonte: Portal do Vermelho - Outubro/2010

21/10/2009

O Fracasso do FHC (também de seu ex-Ministro Serra) no Brasil


A PROJEÇÃO * da derrota dos TUCANOS no Brasil, através da mídia patrocinada, é redobrada ao LULA pela ASCENÇÃO de seus projetos sociais. FREUD * explica.


Por Gilvan Freitas - O Terror do Nordeste - 20.10.09 (texto e imagem)


Fracassomaníacos


Texto: Emir Sader - Do blog do Emir - 20.10.09

A invenção se deve às ironias com que FHC tentava desqualificar o debate. Conhecedor que era, se dedicou a essa prática, alimentada pelo despeito, o rancor e a inveja de ver seu sucessor se dar muito melhor do que ele. E os tucanos se tornaram os arautos da fracassomania, porque o governo Lula não poderia dar certo. Senão, seria a prova da incompetência, dos que se julgavam o mais competentes.

Lula fracassaria porque não contaria com a expertise (expressão bem tucana) de gente como Pedro Malan, Celso Lafer, Paulo Renato, José Serra, os irmãos Mendonça de Barros, entre tantos outros tucanos. O governo Lula não poderia dar certo, senão a pessoa mais qualificada para dirigir o Brasil – na ótica tucana -, FHC se mostraria muito menos capaz que um operário nordestino.

Por isso o governo Lula teria que fracassar economicamente, com a inflação descontrolada, a fuga de capitais estrangeiros, o “risco Brasil” despencando, a estagnação herdada de FHC prolongada e aprofundada, o descontentamento social se alastrando, as divergências internas ao PT dividindo profundamente ao partido, o governo se isolando social e politicamente no plano interno, além do plano internacional.

A imprensa se encarregou de propagar o fracasso do governo Lula. Ricardo Noblat, apresentando o livro de uma jornalista global, afirmava expressamente, de forma coerente com o livreco de ocasião, que “o governo Lula acabou” (sic). A crise de 2005 do governo era seu funeral, os urubus da mídia privada salivavam na expectativa de voltarem a eleger um dos seus para se reapropriarem do Estado brasileiro.

FHC gritava, no ultimo comício do candidato do seu partido, que havia relegado seu governo, com a camisa para fora da calça, suado, desesperado, “Lula, você morreu”, refletindo seus desejos, em contraposição com a realidade, que viu Lula se reeleger, sob o cadáver político e moral de FHC.

Um jornalista da empresa da Avenida Barão de Limeira relatava o desespero do seu patrão, golpeando a mesa, enquanto dava voltas em torno dela, dizendo: “Onde foi que nós erramos, onde foi que nós erramos?”, depois de acreditar que a gigantesca operação de mídia montada a partir de uma entrevista a um escroque que o jornal tinha feito, tinha derrubado ao governo Lula.

Ter que conviver com o sucesso popular, econômico, social e internacional do governo Lula é insuportável para os fracassomaníacos. Usam todo o tempo de rádio, televisão e internet, todo o espaço de jornal para atacar o governo, e só conseguem 5% de rejeição ao governo, com 80% de apoio. Um resultado penoso, qualquer gerente eficiente mandaria a todos os empregados das empresas midiáticas embora, por baixíssima produtividade.

Como disse, desesperadamente, FHC a Aécio, tentando culpá-lo por uma nova derrota no ano que vem: “Se perdermos, são 16 anos fora do governo...” Terminaria definitivamente uma geração de políticos direitistas, entre eles Tasso, FHC, Serra - os queridinhos do grande empresariado e da mídia mercantil.

Se Evo Morales dá certo, quando o FHC de lá – o branco, que fala castelhano com sotaque inglês -, Sanchez de Losada, fracassou, é derrota das elites brancas, da mesma forma que se Lula dá certo, é derrota das elites brancas paulistanas dos Jardins e da empresa elitista e mercantil da Avenida Barão de Limeira.

Emir Sader é sociólogo

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* PROJEÇÃO FREUDIANA

Em "Mal Estar na Civilização", publicado em 1930,
FREUD lança os conceitos de culturas neuróticas, mais os conceitos de PROJEÇÃO, sublimação, regressão e Transferência.
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Wikipedia

Em psicologia, projeção é um mecanismo de defesa no qual os atributos pessoais de determinado indivíduo, sejam pensamentos inaceitáveis ou indesejados, sejam emoções de qualquer espécie, são atribuídos a outra(s) pessoa(s). De acordo com Tavris Wade, a projeção psicológica ocorre quando os sentimentos ameaçados ou inaceitáveis de determinada pessoa são reprimidos e, então, projetados em alguém.[1]

A projeção psicológica reduz a ansiedade por permitir a expressão de impulsos inconscientes, indesejados ou não, fazendo com que a mente consciente não os reconheça. Um exemplo de tal comportamento pode ser o de culpar determinado indivíduo por um fracasso próprio. Em tal caso, a mente evita o desconforto da admissão consciente da falta cometida, mantém os sentimentos no inconsciente e projeta, assim, as falhas em outra(s) pessoa(s).

A teoria foi desenvolvida por Sigmund Freud e posteriormente refinada por sua filha Anna Freud e, por conta de tal ação, ela também é chamada de "Projeção Freudiana" em certas literaturas.

Gripe suína avança no hemisfério norte

Por Luiz Carlos Azenha - 20.10.09

Texto: Conceição Lemes

No final de junho, julho e agosto, boa parte da mídia corporativa brasileira aterrorizou a população com a influenza A (H1N1), a gripe suína. Um desvario. Por trás, um objetivo torpe: fazer política com notícias de notícias sobre saúde.

No afã de desacreditar o plano do Ministério da Saúde para a nova gripe e atingir o governo federal, valeu tudo. Até invocar o pequeno número de casos e ouso generalizado do Tamiflu no Reino Unido, para fazer crer que a situação aqui estava fora de controle e a conduta, equivocada.

De nada adiantavam as explicações de que, no hemisfério norte, o vírus A (H1N1) começou a se espalhar no verão, quando há menos doenças respiratórias. Logo, era natural que a incidência de gripe, comum ou suína, fosse menor nesses países. Já no hemisfério sul, incluindo Brasil, a disseminação se deu em pleno inverno e o impacto, obviamente, seria maior. Afinal, nos meses frios, no mundo inteiro, aumentam as doenças respiratórias, entre as quais as gripes.

Pois boletins divulgados nos últimos dias pelo Centro Europeu de Controle de Doenças e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram o que já era previsto. Com o aumento das temperaturas no hemisfério sul, se observa em alguns países – inclusive no Brasil – a queda na transmissão de gripe suína. Já no hemisfério norte, com a proximidade do inverno, ocorre o inverso.

Atentem para este mapa da OMS. É o retrato mais recente da tendência das doenças respiratórias no mundo.

gripe_su__na____mapa.jpg

As áreas em azulão são onde os casos de gripe suína já estão aumentando. Por exemplo, Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido e Espanha. Fazendo fronteira com o Brasil ao norte, a Colômbia.

Em azul um pouco mais claro estão as áreas onde a situação permanece inalterada em relação à semana anterior. Grande parte do Chile se encaixa aí. Já nas regiões em azul claro – por exemplo, Brasil, Bolívia, Peru e Venezuela –, os casos estão diminuindo.

No Brasil, especificamente, o número de casos graves causados pela nova gripe caiu 97,3%. Passou de 2.828 registros (8 de agosto) para 78 (10 de outubro), segundo o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado nessa segunda-feira. E, do início da pandemia a 10 de outubro, 1.368 pessoas morreram; 135 eram gestantes.

Como a atualização dos dados de alguns países não está sendo feita de forma uniforme, o Ministério da Saúde teve de interromper a comparação de óbitos do Brasil em relação ao restante do mundo. Mas, supondo que todos estivessem adotando os mesmos critérios para mortalidade, teríamos, com os dados disponíveis hoje, o cenário abaixo. Lembrem-se de que a taxa de mortalidade considera o número de óbitos por 100 mil habitantes.

Gripe_Su__na____tabela.jpg

O Brasil, que ocupava o quinto país em taxa de mortalidade, subiu para quarto. No Reino Unido, o número de óbitos foi de 86 para 106. Em conseqüência, a taxa de mortalidade foi de 0,11 para 0, 17.

Mas o que mais chamam a atenção são estas duas situações:

1) Os Estados Unidos, um dos países com maior número de casos, não atualizam os dados desde 5 de setembro. Na mesma época, mudaram o critério de classificação de mortes. Em 30 de agosto, o país zerou as estatísticas. Desde então, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o CDC de Atlanta, contabiliza os óbitos causados não apenas pelo vírus da gripe suína, mas também as mortes associadas a qualquer tipo de influenza, mais a combinação pneumonia+influenza. Pela nova definição de caso adotada pelo governo americano, de 30 de agosto a 3 de outubro, houve 240 mortes associadas a qualquer tipo de influenza mais 1.544 mortes por pneumonia e influenza. As informações estão no site do CDC

2) Curiosamente o México tem a mesma taxa de mortalidade que o Canadá. Considerando que a pandemia começou lá e o seu sistema público de saúde é precaríssimo, ao contrário do canadense, essa taxa de mortalidade é, no mínimo, estranha.

A propósito: quais seriam as manchetes da nossa mídia se um desses lances tivesse acontecido no Brasil?